Adriano punido
Blog do Birner
Ele foi multado em 40% do salário.
E o nível técnico…
… DA COPA DO BRASIL?
6 a 0, 5 a 0, 4 a 1……
TÁ TUDO OK?
Por que o Atlético emprestou Éder Luis

Blog do PVC
A lógica do empréstimo de Éder Luís para o São Paulo passa pela chegada de Marques à Cidade do Galo. Muita gente no Atlético julga que Éder Luís e Marques não podem jogar juntos, porque ocupam o mesmo espaço.
Mas há um pensamento econômico também. Éder Luís foi emprestado por 1,5 milhão de reais, até o final do ano. O negócio não deixou preço fixado, nem porcentagem de uma futura venda para o São Paulo.
O Atlético julga que a participação na Libertadores pode ser uma boa vitrine para o exterior. Nesse caso, o Galo fica com 50% e os outros 50% com o grupo de supermercados mineiro parceiro do Atlético no contrato do jogador.
Não basta classificar. É preciso somar pontos!
Ainda sobre a Libertadores, eu acho que não basta um clube se preocupar em classificar entre os 2 primeiros na fase de grupos. Isso é até fácil para os clubes tradicionais.
Um clube grande precisa marcar o maior número de pontos na classificação geral, nos 6 jogos da fase: 3 em casa, 3 fora = 18 pontos possíveis.
Ao final dos jogos, o regulamento diz que o clube com maior pontuação decidirá em casa os jogos da fase “mata-mata” até a final. O 2º colocado tem vantagem sobre o 3º, 4º,…. e assim sucessivamente.
Tirando os clubes argentinos, principalmente Boca e River, o resto é como o brasileiro. Sente-se (ou pelo menos demonstra) desconforto em jogar na casa do adversário, sob pressão, sob correria, correndo atrás de um resultado.
O fator casa é tão importante que basta ver os últimos campeões da Libertadores. De 2000 para cá, só o Boca ganhou o títulos fora de casa: de 5 finais, ganhou 4 e 3 foram conquistados no estádio adversário. Os outros campeões, Olímpia, Once Caldas, SPFC e Internacional foram campeões em casa.
O Tricolor ganhou 1 ponto fora. Em casa, 3 pontos é obrigação sim.
ATLET.NACIONAL 1 X 1 SPFC
EMPATE NA ESTRÉIA
O SPFC estreou na Libertadores 2008 com um empate por 1 a 1 contra o Nacional da Colômbia.
O time não jogou seu melhor futebol, sendo facilmente marcado e sofrendo pressão desde o início do jogo. Tanto que logo aos 9 minutos sofreu o gol numa bola rebatida e conclusão na pequena área.
O time só se impôs depois dos 25 minutos. Mesmo assim o ataque não funcionava e os meias, bem marcados, não conseguiam criar jogadas.
O Tricolor empatou o jogo aos 30 minutos num cruzamento de bola parada por Jorge Wagner, e conclusão do zagueiro Miranda.
Ainda assim, o Nacional pressionou, teve maior posse de bola, melhor toque de bola, enquanto o Tricolor tentava se defender e sair em lentos contra-ataques.
O 2º tempo foi do mesmo jeito, com o Nacional tocando melhor a bola e o Tricolor se defendendo.
A verdade é que se for levar em conta o jogo fora de casa, um empate está de bom tamanho. O que incomoda é a falta de movimentação do time como um todo. A marcação individual é uma medida normal quando se joga contra o SPFC e, saber se desmarcar é fundamental para não ser anulado com facilidade, caso do jogo de ontem.
O Muricy tem muito trabalho a fazer.
Um empate devendo futebol, 2 “Éderes” estreando no time numa Libertadores, um garoto de 16 anos no banco…
Cobrar o time não dá. Melhor cobrar o tal planejamento da diretoria para a Libertadores.
Vai começar…

AGORA É TUDO OU NADA
Nosso Tricolor estréia nesta quarta-feira (27) contra o Atlético Nacional (Colômbia) às 21h50, em Medellín, pela Copa Santander Libertadores 2008.
O time que não mostra tanto entrosamento nesse Paulistinha, viaja hoje com o garoto Roni (16 anos) das divisões de base, e o recém contratado Éder Luis.
O adversário, que ocupa a 10º colocação no Torneo Apertura 2008, divulgou a lista dos concentrados para a partida: David Ospina, Carlos Barahona, Camilo Zúñiga, Marlon Piedrahíta, Humberto Mendoza, Carlos Díaz, Davinson Monsalve, Camilo Pérez, Walter Moreno, Estiven Vélez, Jarol Martínez, José Amaya, Diego Toro, Francisco Arrué, David Córdoba, Elkin Murillo, Sergio Galván, Carmelo Valencia y Carlos Villagra.
Tudo indica que o jogo não será fácil. O Muricy testou, improvisou, escalou vários jogadores e mesmo assim o time não tem regularidade na defesa e um esquema definido. O ataque continua com o mesmo perfil do ano passado. Nem com o Imperador Adriano não temos uma ofensividade agressiva. A defesa que nos dava os pontos em 2007, este ano já falhou várias vezes.
Uma verdadeira incógnita de como o time se portará no maior torneio das américas.
Eu acho que um esquema defensivo nos jogos fora de casa é o normal. 3-5-2 ou até um 3-4-2-1 com dois volantes de marcação, e 2 meias. Empatar fora, e matar em casa. Assim se traça um caminho seguro na Libertadores. Sem orgulho, sem prepotência. Saber tratar os adversários como “grandes” adversários, e lembrar sempre dos Once Calda’s da vida.
Mas agora não é hora de testes. A Libertadores começa com certa desconfiança para a nação Tricolor… Mas independente da situação, SPFC na Libertadores, é sempre o terrível “San Pablo del Morumbi”.
Rumo ao Tetra!
SPFC 2 x 2 NOROESTE
Empate de novo?
Aos 25 minutos do 1º tempo o Tricolor ganhava por 2 gols a 0.
Levou 1 gol ainda no 1º tempo e sofreu o empate no 2º.
O que está havendo? O André Dias em entrevista a uma rádio, meio nervoso, respondeu às críticas que a zaga recebe como sendo uma culpa de todos e não só de quem joga atrás.
Esse time definitivamente ainda não “deu liga”.
Com o empate o time provavelmente sairá do G4.
E faltam 3 dias para a estréia na Libertadores… Vai dar, Muricy?
(E o Imperador, heim?! Tá parecendo um Aloísio mais jovem, e só.)
Um crime!

Mais uma camiseta sugestiva…

Eu ainda não tinha visto… hahahahaha!
E tem versões para todos os rivais:
http://www.eununcavoudeixarderir.com/
Zue sem moderação!

