Jornais e TV evitam incluir Gaviões nos atos de violência
Pior que a selvageria entre brigas de facções organizadas é a imprensa “proteger” algumas delas seja por medo ou interesse.
O corintiano morto na quarta feira depois de entrar em conflito com torcedores vascaínos tinha carteirinha da Gaviões (mostrada pela TV, inclusive) mas a facção visada pela polícia foi desviada para outra, então tida como “a criminosa”: Rua São Jorge.
Dissidência? Não. Apenas uma nova facção para salvar “os santos” da Gaviões.
Lance!, Gazeta Esportiva, e tantas outras imprensas duvidosas, são mídias organizadas e torcedoras. Merecem ser fechadas pelo bem do esporte.
Trecho cara de pau do jornal Lance!:
(…) Há duas versões para o confronto: a primeira, defendida pelo promotor público Paulo castilho, indica que a facção Movimento da Rua São Jorge, dissidência da Gaviões da Fiel, armou emboscada com um ônibus e outros quatro carros para surpreender os vascaínos na Marginal Tietê.
Já Margarette Barreto ouviu outra explicação dos corintianos: um encontro casual entre os rivais.
Para qualquer um dos casos, há a certeza de que os torcedores do Corinthians portavam armas de fogo, barras de ferro, paus e pedras.
Souza foi enterrado ontem. Integrante ou não da São Jorge, entrou para as estatísticas da violência.
É por isso que tantos jogadores tem medo da torcida corinthiana. Até a imprensa, que não deveria se esconder, a teme.
