Notas Tricolores

29/07/2009 at 11:08 am (São Paulo F.C.) (, , , , , , , )


Miranda – A especulação da vez é da Fiorentina. O clube italiano estaria disposto a contratar o zagueiro, e sem nada oficial, a diretoria Tricolor diz que só vende se receberem a multa de recisão no valor de 37 milhões. Pechinchar nem pensar.

Aislan – Mais uma vez o Marcello Lima foi checar e o SPFC declarou: Aislan ainda é novo e provavelmente não será aproveitado tão cedo. Pode ser moeda de troca se algum clube se interessar.

Rogério Ceni – Já treina com bola e planeja voltar no começo de agosto, um pouco antes do previsto. Acredito que o torcedor queira que ele volte sem riscos, portanto, sem pressa. Até porque o ritmo de jogo é imprescindível para boas atuações. Não queremos que o ídolo falhe por este fator e seja criticado pela mídia. Paciência capitão!

Washington x Borges – A rinha continua. O “falso salvador” a cada dia mais apático com seu futebolzinho estilo “eu-só-sei-fazer-pivô” não convence mais. Washington é o cara do ataque e mais um. Sua fase que não é boa, também não é inteligente. Ser expulso aos 15 do 2º tempo contra o Barueri só abala sua condição. A confiança anda abalada, mas o torcedor ainda acredita que possa salvar o time nos momentos difíceis. E Dagoberto só pega a outra vaga porque se movimenta mais que o Borges, entretanto a ineficiência é quase a mesma.

Muricy verde – As declarações em torno do “ex-são paulino” ainda geram polêmicas. Muricy, agora oficializado técnico do Palmeiras, é alvo de críticas até de quem era seu fan e contestaram seu saída. E tudo por causa das declarações que vem dando nas coletivas do CT verde: Que seus filhos não são são paulinos, mas sim, palmeirenses. O blábláblá foi o limite de quem o idolatrava e, talvez, na próxima vez que entrar no Morumbi não terá ninguém para gritar “É Muricy”.

Religião x Futebol – Assunto muito discutido depois que a Fifa resolveu limitar as manifestações religiosas durante as partidas oficiais. Tudo porque há, principalmente no Brasil, uma reverência exagerada durante as partidas. Eu concordo que religião é uma opção individual e a seleção, ou clube, é de todos os torcedores, religiosos ou não. Nem católicos, nem evangélicos devem usar o momento em que câmeras os focalizam para propagar mensagens de suas respectivas igrejas. Eu não sou católico e não sou evangélico. Eu pago para ver meu time jogando bola e não levantando as mãos pro céu, até porque o que vale é bola na rede. O resto é só encenação.

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